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10 de outubro de 2013

O "Mínimo" e eu

Falei pra vocês no meu post anterior sobre o livro "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota", de Olavo de Carvalho, organizado por Felipe Moura Brasil.

Mas como a minha relação com esse livro está mais parecendo uma história de amor, resolvi contar para vocês como o "romance" começou.

Fim de semana de bobeira em casa, lá fui eu pra casa do meu irmão Jairo pra tocar um violão, cantar e bater papo. 

Eu já sabia que queria muito conhecê-lo, e que cedo ou tarde aconteceria, mas ainda não tinha conhecido pessoalmente. E quando cheguei vi que ele estava lá, em cima da mesa. 

Então peguei e comecei a ler. 

Foi paixão à primeira lida, eu não queria mais largar! Aquele livro me entendia! Me entendia e me explicava muitas coisas ao mesmo tempo.

Ah, tantas coisas que às vezes eu pensava nas humildes filosofias que toda noite, pouco antes de dormir, eu costumo fazer, e que tantas vezes achei que poderia estar viajando demais ao pensar naquilo pois quase ninguém enxergava igual a mim... 

Lá estavam elas, todas explicadinhas!

E, claro, tantas outras coisas que eu nem sequer havia imaginado em meus devaneios... Também estavam lá, dando sentido a praticamente toda a realidade à minha volta.

Obviamente, eu queria porque queria um só pra mim. 

E lá fui eu, toda feliz, comprar o meu livrinho.

Dois shoppings centers e três livrarias depois, estando TODOS os exemplares esgotados (e, coincidência ou não, todas com pilhas encalhadas do livro "Lula e Dilma"), na quarta tentativa finalmente consegui comprar o ÚLTIMO exemplar da loja. 

Que felicidade!!! Até a vendedora ficou toda sorridente ao perceber minha alegria (é, a alegria contagia!). E voltei saltitante para casa.

Confesso que foi difícil conseguir comprá-lo, é fato.

Mas, pra falar a verdade, a cada palavra "esgotado" que eu ouvia, meu coraçãozinho vibrava de alegria.

É claro que eu queria o meu livro, não tenham dúvida disso! Mas a cada negativa que eu recebia, eu só conseguia pensar em algo maior.

Afinal, o "esgotado" significa que existem muitos brasileiros querendo sair da ignorância, ansiando enxergar a realidade e desejando crescer intelectualmente.

E se existe alguma chance do Brasil progredir é seguindo por esse caminho, o do conhecimento, para dissipar de vez essa cortina de fumaça que encobre a visão dos brasileiros há muito tempo.

É tanto tempo, aliás, que QUASE TODOS os brasileiros estão imersos nela, por mais "estudados", "cultos" ou "bem informados" que sejam. 

São raríssimas as pessoas que realmente enxergam além dela. (só para constar: eu também NÃO era uma delas em muitas assuntos até bem pouco tempo atrás, confesso.)

E mesmo você, que está aí lendo esse post, que certamente possui algum conhecimento sobre política, que lê jornais, revistas e sites da internet para se manter informado, que estudou muito a vida toda, provavelmente é também uma vítima da cortina de fumaça, pois ela é quase inevitável: se você nasceu no Brasil, você já nasceu imerso nela. E nem tem idéia disso.

Calma, é difícil mesmo enxergar através dela por mero acaso ou conseguir atravessá-la sem uma ajudinha quando nem se tem conhecimento de que existe algo além dela. 

É essa a nossa realidade brasileira: ela não é real. E as pessoas PRECISAM saber disso para dar uma chance de futuro para esse país.

Impossível? Não, não é impossível. 

Vai levar tempo e necessita de empenho das pessoas bem intencionadas, mas a receita para atravessá-la até que é bem simples.

Por isso acho que, assim como eu, ninguém deve perder mais tempo.

Invista um dinheirinho em seu próprio crescimento e compre esse livro, vale muito a pena. Quando sobrar um dinheirinho pra fazer um agrado, ou quando alguém que você gosta fizer aniversário, compre e dê de presente. O Natal está logo aí também, é uma boa oportunidade de dar um ótimo presente a um ente querido.

Leia de cabo a rabo, releia se não entender alguma coisa, reflita a respeito do que está escrito, questione e busque mais conhecimento além do próprio livro (existem notas de rodapé feitas pelo Felipe que são ótimas para conhecer mais sobre cada assunto, tenha curiosidade de pesquisá-las).

Você vai sentir que alguns minutos depois de começar a ler, a cortina de fumaça aos poucos começará a se dissipar e você vai entender muita coisa que até então certamente nunca havia imaginado: você vai entender tudo o que está acontecendo no mundo. 

Você vai enxergar a realidade real, não a virtual. Vai ser como tomar a "pílula vermelha" da Matrix (lembram do filme?)

E é nesse momento que você não vai mais querer largá-lo.

Aí você vai ter a real dimensão do tamanho da fraude e da mentira na qual estamos atolados até o pescoço.

E vai ter certeza de que essa história de que "o gigante acordou" é a maior baboseira dos últimos tempos. 

É pura ilusão, propositadamente criada para TE ENGANAR. E apenas uma, dentre tantas outras que você descobrirá quando ler o livro.

Mas uma coisa é certa: o fato de tanta gente estar amando o "Mínimo" me faz crer que esse gigante bem que está querendo abrir os olhos...

Nota: a quem estiver se perguntando "o que ela está ganhando com isso?", a resposta é PAZ DE ESPÍRITO, por estar fazendo a minha parte para tentar melhorar o Brasil e a vida dos brasileiros. 

Não há dinheiro que pague o sono dos justos! :)

(Facebook: https://www.facebook.com/ominimoquevoceprecisasaberparanaoserumidiota)

6 de outubro de 2013

O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota

Isso não é um post. É uma propaganda. 

Propaganda de um livro que eu desejaria que todo mundo lesse. 

Propaganda gratuita e voluntária de um livro, porque é o mínimo que meu senso de responsabilidade me permite fazer, uma vez que não tenho dinheiro para comprar milhões de exemplares e distribuir por aí como se fosse uma "Bolsa-Família para o intelecto", ou seja, algo que todos os pobres (de intelecto) iam querer por ser de graça e serviria para alimentar o raciocínio, a inteligência e o senso crítico do povo carente disso (e que no Brasil seria uma multidão muito maior do que a dos milhões de parasitas que recebem o verdadeiro Bolsa-Família: seria quase a totalidade da população brasileira). 

Um livro que condensa de forma didática todos os posts (especialmente sobre política) que eu pudesse pensar em escrever aqui para tentar mostrar para as pessoas a realidade que pouquíssimos enxergam, e que além disso mostra muito, muito mais do que poderia imaginar minha vã filosofia. 

Por duas razões:

A primeira: Nos últimos dois meses (e mesmo antes de ter começado a ler o livro) aconteceu de eu ter uma epifania de realidade. Minha cabeça se abriu para TANTA coisa que eu nunca nem havia pensado na vida, por mais crítica e questionadora que eu possa ser. Foi tanta coisa, "tudo ao mesmo tempo agora" que eu achei que tinha enlouquecido de vez. 


As coisas absurdas que eu via acontecendo à minha volta  de repente tinham uma explicação muito mais ampla e clara do que eu jamais havia imaginado (ou postado a respeito aqui). Ou seja, percebi que apesar de todo o meu esforço em entender as coisas, somente há pouco tempo abriu-se uma janela de realidade muito maior do que a pequena fresta na qual eu vinha refletindo, questionando, debatendo e tentando explicar aos outros há anos. 

A segunda: Esse livro deu sentido à toda a epifania que eu tive, e me deu o alívio de saber que eu não estava louca, mas que apenas eu não sabia tanto quanto eu imaginava sobre a realidade das coisas. 

Me fez perceber que as pessoas ao meu redor, até alguns que eu considerava questionadores e com um bom senso crítico e analítico da situação (e me incluindo nessa turma) não sabemos de quase nada. 

Que 99,9% dos brasileiros vive na mais total e completa escuridão em relação ao que é a realidade do Brasil e do mundo, e nem se dão ao trabalho de parar pra pensar nisso.

Por tudo isso, essas palavras que escrevo aqui  agora são apenas uma propaganda, e não um post sobre os assuntos do livro. 

Ele se resume em si próprio. 

É um livro para fazer as pessoas refletirem, e saírem da escuridão intelectual que as rodeia e as influencia diariamente sem que estas ao menos tenham se dado conta disso. 

É isso. 

Comprem, leiam, divulguem e sigam no Facebook: 

É o mínimo que vocês podem fazer para começar a mudar seu modo de pensar.

15 de setembro de 2009

Nem e novidade...

Ja defendi o tema uma vez, por motivos sociais: http://milenereis.blogspot.com/2008/06/grtis.html



Aplausos, por favor...

26 de julho de 2009

Ad Unguem

Nao podia deixar de fazer essa propaganda!!!

Blog de Clovis Reis (meu outro irmao), ou Elvis Rosci, se preferir.

Textos simplesmente sensacionais, e polemicos. Inteligentissimos!

Visitem http://www.adunguemii.blogspot.com/


Pra quebrar as pernas de qualquer retardado com filosofias de banheiro, e tambem dos metidos a intelectuais que nada mais sao do que papagaios repetidores de frases prontas criadas por cerebros subdesenvolvidos.

Acessem e comentem.

Imperdivel!!!

4 de maio de 2009

E agora, Rambo?

Aconteceu alguns dias atras:

http://www.abril.com.br/noticias/diversao/sylvester-stallone-tem-filmadora-roubada-rio-janeiro-diz-jornal-467610.shtml

Pois e... Se nem o Rambo, o cara que destroi sozinho um exercito inteiro, esta a salvo nas ruas do Rio de Janeiro, imagine nos, os pobres mortais!!!

8 de julho de 2008

Maternidade

Ser mãe, o sonho de 
toda mulher! 

Quantas vezes já ouvimos essa frase? E tenho que admitir que se pensarmos estatisticamente ela pode ser considerada bem verdadeira, já que realmente atinge a grande maioria das mulheres. Mas e as exceções? É exatamente sobre elas que vou falar.

Todo mundo vive falando de preconceito. Que os negros são as maiores vítimas de preconceito, que os gays são as maiores vítimas de preconceito. Um ateu que eu conheço (que na minha opinião não é ateu coisa nenhuma, e eu já falei isso pra ele) diz que o maior preconceito que existe é contra os ateus. Tudo balela!!! O maior preconceito que existe é em relação a uma mulher que diz que não gostaria de ser mãe.

Eu sou uma delas. E percebo a cara que as pessoas me olham quando eu digo isso, que não pretendo ser mãe.

Quando falo a esse respeito me olham como se eu fosse um monstro, uma pessoa malvada e ruim, desumana e insensível, aquela que detesta criança. E posso afirmar com absoluta certeza e com todas as letras que não sou nada disso.

Adoro crianças! Tenho um monte de sobrinhos de diversas idades, de bebê a adulto, e me divirto demais com todos eles, morro de saudades, adoro a companhia deles, brinco, cuido, faço carinho, cafuné, massagem, milhões de beijos, dou minhas coisas pra fuçarem, dou atenção e amor, ensino coisas, assisto desenho junto, tudo o que temos direito, e amo muito tudo isso! Com certeza não é por não gostar de crianças que não quero ser mãe.

Insensível? Quem me conhece de verdade sabe exatamente como eu sou. Posso às vezes ser casca grossa, principalmente quando estou irritada, mas isso acontece exatamente por ser sensível demais a todo tipo de emoção. Tenho um lado emocional muito intenso, todos os meus sentimentos estão sempre à flor da pele, sejam de amor, de raiva, de paixão, de tristeza, de dó, de alegria, de carinho e de amizade, é tudo sempre intenso e para mim é realmente difícil disfarçar qual o sentimento está me dominando no momento, tanto que todo mundo percebe só de olhar no meu rosto. Portanto, não é por ser insensível que não quero ser mãe.

Vou explicar meus porquês, e são apenas dois os motivos pelos quais não tenho intenção de ser mãe.

Em primeiro lugar porque acredito que assim como qualquer outra coisa que se queira fazer bem feita na vida, é necessária a vocação para tal. E eu sinceramente acredito que não tenho. Como tia acho que consigo cumprir bem a função, mas tia é como uma mãe que tirou férias, é diferente. Sou muito atrapalhada, estabanada e dorminhoca, três adjetivos que em nada combinam com a arte de ser mãe (sim, pois na minha opinião é uma arte, e precisa ter muito talento para desempenhá-la bem). Dizem que depois que você tem filho esses adjetivos desaparecem, mas prefiro não arriscar ser uma péssima mãe para uma inocente criancinha a tentar provar que a teoria funciona na prática, usando o meu bebê como cobaia...

Em segundo lugar porque acho que o mundo tá indo de mal a pior, muita maldade e muita mentira, chegando quase no ponto de "proibido para menores", se é que me entendem...

São dois simples motivos que tenho na minha consciência para não querer ter filhos. Pouco me importa se concordam ou não com os meus porquês, mas eu ficaria satisfeita apenas pelo fato de não ser julgada mal pela minha opção, isso honestamente não faz de mim mais ou menos mulher, nem uma mulher melhor ou pior.

Mesmo porque o que realmente importa é que admiro muito todas as mulheres que se dedicam a ser mães: é o ato de amor e de doação mais lindo que existe, a gestação é definida como algo maravilhoso e gratificante (pergunte a qualquer mulher que é mãe que ela responderá isso) e é imprescindível que continuem existindo essas maravilhosas mulheres heroínas com vocação materna para gerarem e criarem seres humanos inteligentes, talentosos e magníficos que saibam coexistir em paz e amor uns com os outros, respeitando os animais e a Natureza para, quem sabe, termos um futuro melhor para as pessoas e para o planeta.

Mas e se eu for uma dessas maravilhosas mulheres heroínas com vocação materna e estou achando que não sou?

Só Deus sabe isso. E se esse for o meu destino algum dia eu mudo de idéia...

Quero dedicar esse post às queridas amigas Karina (a mais nova supermãe), Cris Tomi e Tita Márcia (as futuras supermães). Adoro vocês, parabéns pelos bebês!!!

Música do dia: O meu guri (Chico Buarque). Retrata bem o amor cego e incondicional de uma mãe pelo seu rebento...